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PULGAS

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Todas as espécies de pulgas penetrantes estão incluídas no gênero tunga que introduzem, obrigatoriamente, a cabeça, o tórax e parte do abdome nos tecidos dos hospedeiros. Uma das espécies deste gênero de pulga e conhecida vulgarmente denominada de bicho-de-pé.

Apesar de ambos os sexos serem hematófagos, apenas a fêmea penetra nos tecidos dos hospedeiros, lá se alimentando de líquido tissular e sangue.

A fêmea fertilizada procura ficar sobre a superfície do solo em busca de um dado hospedeiro. No homem, penetra rapidamente na epiderme, principalmente na sola, calcanhar, cantos dos dedos (dos pés e das mãos), bordas das unhas e espaços interdigitais.

A penetração torna cada vez mais dolorosa à medida em que aumenta o volume do corpo, em razão da produção de ovos e, especialmente, quando a pulga se localiza sob as unhas do paciente. Em alguns dias, com o neosoma alcançando o tamanho máximo, a fêmea inicia a postura de ovos (100-200 por dia), eliminando-os como bolas de canhão. Ao fim de alguns dias (15, mais ou menos), toda a carga de ovos (3.000 aproximadamente) estará eliminada e a fêmea morre e sai ou é destruída pela reação do hospedeiro. Excepcionalmente, alguns ovos retidos no interior da epiderme liberam, no próprio local, larvas de 1º estágio. A postura de ovos é diretamente influenciada pelo aumento de temperatura direcionada ao sítio infestado.

Fora dos hospedeiros, ocorre principalmente em solo secos e arenosos, dentro ou fora de habitações humanas, em áreas de abrigo de cães. A disseminação desta espécie é feita através de dois mecanismos principais:

1- ovos, larvas, pupas ou adultos transportados junto com esterco oriundo de sítios e fazendas, comprando com a finalidade de adubar hortas e jardins;
2- cães e gatos parasitados por fêmeas grávidas, durante sua andanças veiculam ovos de pulga que, ao caírem em ambiente propício, darão origem a formas adultas.

Consequentemente o combate aspulgas deve ser efetuado em três diferentes níveis:

1 – sobre humanos e animais domésticos parasitados.
2 – no interior das habitações infestadas.
3 – no ambiente periodomiciliar.