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MORCEGOS

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Eles são os únicos mamíferos com capacidade de vôo, e vivem em grandes, médias, pequenas colônias, ou ás vezes até solitários. Apesar de todos os morcegos enxergarem, os pequenos possuem um mecanismo conhecido como “sonar dos morcegos”, que seria uma orientação através de ecos.

Animais de criação, e o gado em especial, na zona rural brasileira sofrem séria ameaça, em função dos ataques de morcegos vampiros. Já foram registrados também casos de ataques a seres humanos, alguns até feitos repetidas vezes sem que a vítima se desse conta, pois teve seu sangue sugado durante o sono.

Segundo Manual de Manejo e Controle de Morcegos em Áreas Urbanas e Rurais, Ministério da Saúde (1998) a raiva, doença que é viral, aguda e letal, pode ser transmitida não só pela mordedura, mas por arranhadura ou lambedura de qualquer espécie de morcego. A Histoplasmose por sua vez, se dá por inalação de esporos de fungos encontradas nas fezes acumuladas nos abrigos diurnos dos morcegos.

Devido as fezes acumuladas poderem provocar doenças respiratórias, devem ser colhidas com um aspirador de pó ou bem umedecidas com água para não ocorrer suspensão de partículas.

De acordo com o Instituto Biológico, com exceção dos morcegos hematófagos (morcegos “vampiros” ), as outras espécies, mesmo quando raivosas, não costumam morder. Agora, quando se trata de morcegos hematófagos, o risco de transmissão de raiva é maior.

Pela Lei Federal 9605/98 de 12/02/98, que dispõe sobre Leis de Crimes Ambientais não se deve matar morcegos, pois são animais silvestres da fauna brasileira.

TRATAMENTO:

• Como os morcegos não podem ser mortos, o controle é de apenas repelência, isto é, deve-se afastar e não matar.